Como começou

O QUE ESTÁ POR VIR.

     “Desde o início do Metalviolin,  sempre tive o objetivo de criar um formato que pudesse ser levado ao público, fazer música ao vivo com amigos é algo que sempre fez parte da minha vida, e não via a hora de colocar isso em prática com o Metalviolin. Bohemian Rhapsody marca o início dessa nova etapa. Traremos, em princípio, versões de músicas que amo… Na verdade, eu e um bocado de gente. Mas vai ser pelo meu ponto de vista, com minhas impressões, nesse novo formato”,

             (A ideia do) A concepção do Metacústico se deu antes mesmo do criação do Metalviolin, e sua concretização, dois anos depois, se vinha se tornando cada vez mais uma necessidade, tendo um dos objetivos pendentes que era a necessidade de tirar o Metalviolin do conceitual e partir pra um planagemento mais concreto, adicionando a possibilidade da performance ao vivo, já que, como já mencionado, foi sempre uma lacuna que -faltava- a ser preenchida desde o início do Metalviolin. E como um músico que passou maioria absoluta da sua vivencia em orquestras, a necessidade pulsante de criar música com amigos sempre existiu.

              O planejado, assim como no Metalviolin, foi começar no rock e fazer um ponte até outros estilos, já que parte do público, além de apreciadores de -diversos generos--boa música- , conheceu através do rock e -temas da dita "cultura nerd" como séries, filmes e jogos-.

             Nessa busca por identidades do projeto, <nasce junto, ao mesmo tmepo o>foi criado logo depois (também) o Quarteto Metácustico, juntamente com os músicos Maressa Carneiro, Diego Silva e Daniel Silva, com a intenção de (dentro do projeto Metacustico) MAIS SOBRE O QUARTETO-MEN

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